As "faces ocultas" do estado a que isto chegou
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Duas pequenas notas sobre o conteúdo desta notícia: 1) No que respeita a
Justiça, quando alguma coisa de importante efectivamente funciona é a nível
de pri...
sexta-feira, 6 de Novembro de 2009
GNR - Operação “Azeitona Segura 2009/10”
A principal e quase exclusiva actividade agrícola da região do Baixo Alentejo, a olivicultura, merecerá, durante os próximos meses de Novembro, Dezembro, Janeiro e Fevereiro de uma atenção especial por parte dos militares do Destacamento Territorial de Moura.
A apresentação desta campanha, presidida pelo Governador Civil, decorreu na Cooperativa Agrícola de Moura e Barrancos, pelas 17:30 horas do dia 5, e, além das forças e serviços de Segurança, teve a presença de entidades agrícolas e produtores.
O objectivo é adoptar um dispositivo de patrulhamento específico e dedicado, durante a época da apanha da azeitona, no sentido de precaver furtos, fiscalizar ilícitos contra-ordenacionais e combater a imigração ilegal.
Esta iniciativa, encetada desde 2005, já permitiu reduzir a actividade criminal até aí registada. A saber, em 2005 foram furtadas mais de 10 toneladas de azeitona, número este reduzido em 100%, no ano de 2007/2008, uma vez que não se registou nenhum furto.
O sucesso obtido pela combinação de patrulhamento auto, moto e a cavalo motivou a continuidade deste sistema de policiamento que, este ano, terá a colaboração do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, da Autoridade para as Condições do Trabalho, do Serviço Distrital de Finanças e da Delegação Distrital de Segurança Social.(GNR)
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Jornal New York Times descobre o Alto Alentejo
O jornal norte-americano New York Times descobriu o Alto Alentejo, um destino, diz, “ignorado, mas não por muito tempo, que nos últimos anos se tornou refúgio de “um sofisticado jetset internacional”, com os seus hotéis de charme, adegas e restaurantes.
Na secção de viagens da edição de fim-de-semana, hoje divulgada na sua página na Internet, o jornal conta a história de Doug Smith, americano cansado da gestão do seu hotel na Califórnia e à procura de novos projectos “num local exótico”, que acabou por descobrir o “Além-Tejo”, e comprar uma quinta do século XVIII em Campo Maior.
Estremoz, e a Pousada Rainha Santa Isabel, “de um luxo anacrónico”, Crato e o Convento da Flor do Rosa, que “traz a arte contemporânea a um castelo do século XIV”, a vila de Marvão e a sua muralha mourisca, ou a Capela dos Ossos de Campo Maior, são entre os monumentos referidos, nesta reportagem, que assinala também alguns “tesouros naturais” da região.
A oferta gastronómica é longamente detalhada, dos queijos de Nisa à grande variedade de vinhos regionais, passando por especialidades como as migas ou as várias formas de cozinhar o bacalhau.
Como na Toscânia ou na Provença, a comida e o vinho estabelecem laços entre as famílias locais e os visitantes, escreve o jornal, que recomenda alguns restaurantes destacando a genuinidade dos produtos e o poder atractivo de uma cozinha que nos últimos anos tem vindo a cativar “um número crescente de amantes dos prazeres da vida”.
As perspectivas de desenvolvimento regional com “a planeada ligação” por TGV entre Madrid e Lisboa, com paragem em Elvas, são igualmente referidas.
Por enquanto, “é um destino sem complicações, em conta e agradável”, conclui o diário nova-iorquino, uma espécie de Toscânia, como era esta região da Itália há uns trinta anos atrás.
(LUSA)
Na secção de viagens da edição de fim-de-semana, hoje divulgada na sua página na Internet, o jornal conta a história de Doug Smith, americano cansado da gestão do seu hotel na Califórnia e à procura de novos projectos “num local exótico”, que acabou por descobrir o “Além-Tejo”, e comprar uma quinta do século XVIII em Campo Maior.
Estremoz, e a Pousada Rainha Santa Isabel, “de um luxo anacrónico”, Crato e o Convento da Flor do Rosa, que “traz a arte contemporânea a um castelo do século XIV”, a vila de Marvão e a sua muralha mourisca, ou a Capela dos Ossos de Campo Maior, são entre os monumentos referidos, nesta reportagem, que assinala também alguns “tesouros naturais” da região.
A oferta gastronómica é longamente detalhada, dos queijos de Nisa à grande variedade de vinhos regionais, passando por especialidades como as migas ou as várias formas de cozinhar o bacalhau.
Como na Toscânia ou na Provença, a comida e o vinho estabelecem laços entre as famílias locais e os visitantes, escreve o jornal, que recomenda alguns restaurantes destacando a genuinidade dos produtos e o poder atractivo de uma cozinha que nos últimos anos tem vindo a cativar “um número crescente de amantes dos prazeres da vida”.
As perspectivas de desenvolvimento regional com “a planeada ligação” por TGV entre Madrid e Lisboa, com paragem em Elvas, são igualmente referidas.
Por enquanto, “é um destino sem complicações, em conta e agradável”, conclui o diário nova-iorquino, uma espécie de Toscânia, como era esta região da Itália há uns trinta anos atrás.
(LUSA)
quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
Évora: inauguração de nova Igreja no Bairro de Santo António
Foi de festa o passado domingo para as gentes do Bairro de Santo António, pois foi o dia em que decorreu a cerimónia de abertura da nova igreja ali construída, e que é consagrada pelo mesmo Santo que dá o nome aquela zona populacional. Trata-se de um edifício de linhas modernas mas harmoniosas que foi construído segundo um projecto do Arquitecto Jorge Fragoso Pires. Culminou-se assim uma aspiração dos moradores do Bairro, que ao longo de duas décadas ansiavam pela edificação daquele templo; mas a obra foi apenas iniciada em 2006, após estarem reunidas todas as condições para a construção, nomeadamente a parte financeira, isto porque segundo nos foi dito, toda a estrutura do templo orçou em 400 mil euros.
Recorde-se que a primeira pedra foi lançada pelo Arcebispo Emérito D. Maurílio de Gouveia, e a cerimónia da dedicação foi presidida pelo seu sucessor: o Arcebispo da Diocese, D. José Alves. O pároco daquele espaço religioso ficará a cargo do Padre Adriano Chorão Lavajo Simões, que antes se proceder à abertura da porta de acesso à igreja, recordou todos os passos que conduziram ao acto de domingo passado e os seus intervenientes.
Seguiu-se depois o acto de descerramento da placa que assinala a inauguração e bem assim o corte das fitas, que simbolicamente estavam presas à porta principal da igreja. Formou-se então o cortejo da entrada de D. José Alves, onde aquele prelado deu início às cerimónias da Santa Missa, antecedidas pela bênção de todo o espaço. Em dia de Todos os Santos, os católicos do Bairro de Santo António passam a contar com aquele lugar de culto, espaço de arquitectura bem concebido, num ponto elevado da zona, de paredes brancas e aplicações laterais em pedra mais escura, sendo o interior de grande simplicidade: paredes caiadas, altar com um painel por fundo; e a imagem de Nossa Senhora colocada do lado da epístola, e a do Taumaturgo português no extremo aposto, do lado do Evangelho.
(FONTE)
Recorde-se que a primeira pedra foi lançada pelo Arcebispo Emérito D. Maurílio de Gouveia, e a cerimónia da dedicação foi presidida pelo seu sucessor: o Arcebispo da Diocese, D. José Alves. O pároco daquele espaço religioso ficará a cargo do Padre Adriano Chorão Lavajo Simões, que antes se proceder à abertura da porta de acesso à igreja, recordou todos os passos que conduziram ao acto de domingo passado e os seus intervenientes.
Seguiu-se depois o acto de descerramento da placa que assinala a inauguração e bem assim o corte das fitas, que simbolicamente estavam presas à porta principal da igreja. Formou-se então o cortejo da entrada de D. José Alves, onde aquele prelado deu início às cerimónias da Santa Missa, antecedidas pela bênção de todo o espaço. Em dia de Todos os Santos, os católicos do Bairro de Santo António passam a contar com aquele lugar de culto, espaço de arquitectura bem concebido, num ponto elevado da zona, de paredes brancas e aplicações laterais em pedra mais escura, sendo o interior de grande simplicidade: paredes caiadas, altar com um painel por fundo; e a imagem de Nossa Senhora colocada do lado da epístola, e a do Taumaturgo português no extremo aposto, do lado do Evangelho.
(FONTE)
Livro sobre o restaurante Fialho apresentado em Lisboa
A história do restaurante Fialho, em Évora, “uma referência da gastronomia nacional”, é contada pela primeira vez num livro que é apresentado esta quinta-feira na FNAC Colombo e sexta-feira na do Chiado, em Lisboa.
“O Fialho contra tudo e todos manteve-se fiel à gastronomia regional, quando os outros praticavam uma cozinha internacional, o Fialho foi sempre fiel à cozinha alentejana, e na década de 1980 outros começaram a seguir-lhe o exemplo”, disse o autor da obra, Alberto Franco.
Para o investigador, “esta aposta na cozinha regional alentejana foi a chave do sucesso do restaurante” que começou por ser uma taberna, depois casa de pasto, passou a cervejaria e tornou-se restaurante em 1942.
“O Fialho foi pioneiro na região da apresentação de entradas, o que agora faz qualquer restaurante”, destacou.
Alberto Franco conta a história do restaurante partindo do seu fundador, Manuel Fialho, filho de Mariana Letrada, nascido em Évora em 1903.
“Senti a necessidade de ir buscar a história da família, tendo para isso contado com a memória de muitos, mas também contextualizar essa história na do país e da cidade”, explicou o autor.
Defende Alberto Franco que “só se percebe as sucessivas alterações do restaurante eborense pelas conjunturas económico-sociais, pois elas são fruto dessas conjunturas”.
“Por outro lado, acrescentou, havia que enquadrar as lides desta família, dar o contexto da época”.
Alberto Franco recorreu “à memória de muitos, pois nem tudo está escrito e registado”, mas também à imprensa, reproduzindo alguns artigos na íntegra.
A par do texto, há várias fotografias de época, outras de arquivo da família, designadamente de personalidades que comeram no Fialho, e também fotografias de José Manuel Rodrigues que retratam vários pratos ali confeccionados.
O presidente do Conselho de Administração da Portugal Telecom, Henrique Granadeiro, alentejano, assina o prefácio em que salienta ser o Fialho hoje “uma consolidada história de sucesso” que uniu pai e três filhos.
Segundo Granadeiro, o restaurante sobreviveu aos fundadores e “projectou-se em novos espaços de um universo cada vez mais vasto, mercê da harmonia de três irmãos” que “criaram um património que os transcende”.
O álbum editado pela Althum inclui ainda várias receitas de Gabriel e Manuel Fialho, designadamente “Passarinhos fritos”, “Barradinha de borrego”, “Canja de amêijoas”, “Salada de lagosta à Leão de Ouro”, “Tecolameco”, ou “Doce de ovos ferrados”.
Além do restaurante Fialho, surge nesta história o Mascarenhas Bar, aberto pela família em 1952, na Travessa do Mascarenhas, que primava pelo marisco e peixe frescos de Sesimbra, Sines e Setúbal, a carne do talho do Xaxana e os produtos hortícolas “da banda da D. Iria, a melhor do mercado eborense”.
Outro episódio da história de restaurantes da família Fialho foi o Salão de Chá e Restaurante Florbela, em homenagem à poetisa Florbela Espanca, que iniciou actividade na Praça do Giraldo em 1957 e teve o primeiro reclamo luminoso da capital alto-alentejana.
“Como Florbela Espanca tinha sido uma mulher de amores livres, que causaram escândalo na sua época, não tardaram os comentários depreciativos sobre o salão. Ao fim de dois anos, o Florbela fechou”.
Alberto Franco afirmou à Lusa que “esta é uma história do Fialho, a primeira, mas haverá outras perspectivas, até porque há sempre histórias a contar e outras que não se podem contar”.
(LUSA)
“O Fialho contra tudo e todos manteve-se fiel à gastronomia regional, quando os outros praticavam uma cozinha internacional, o Fialho foi sempre fiel à cozinha alentejana, e na década de 1980 outros começaram a seguir-lhe o exemplo”, disse o autor da obra, Alberto Franco.
Para o investigador, “esta aposta na cozinha regional alentejana foi a chave do sucesso do restaurante” que começou por ser uma taberna, depois casa de pasto, passou a cervejaria e tornou-se restaurante em 1942.
“O Fialho foi pioneiro na região da apresentação de entradas, o que agora faz qualquer restaurante”, destacou.
Alberto Franco conta a história do restaurante partindo do seu fundador, Manuel Fialho, filho de Mariana Letrada, nascido em Évora em 1903.
“Senti a necessidade de ir buscar a história da família, tendo para isso contado com a memória de muitos, mas também contextualizar essa história na do país e da cidade”, explicou o autor.
Defende Alberto Franco que “só se percebe as sucessivas alterações do restaurante eborense pelas conjunturas económico-sociais, pois elas são fruto dessas conjunturas”.
“Por outro lado, acrescentou, havia que enquadrar as lides desta família, dar o contexto da época”.
Alberto Franco recorreu “à memória de muitos, pois nem tudo está escrito e registado”, mas também à imprensa, reproduzindo alguns artigos na íntegra.
A par do texto, há várias fotografias de época, outras de arquivo da família, designadamente de personalidades que comeram no Fialho, e também fotografias de José Manuel Rodrigues que retratam vários pratos ali confeccionados.
O presidente do Conselho de Administração da Portugal Telecom, Henrique Granadeiro, alentejano, assina o prefácio em que salienta ser o Fialho hoje “uma consolidada história de sucesso” que uniu pai e três filhos.
Segundo Granadeiro, o restaurante sobreviveu aos fundadores e “projectou-se em novos espaços de um universo cada vez mais vasto, mercê da harmonia de três irmãos” que “criaram um património que os transcende”.
O álbum editado pela Althum inclui ainda várias receitas de Gabriel e Manuel Fialho, designadamente “Passarinhos fritos”, “Barradinha de borrego”, “Canja de amêijoas”, “Salada de lagosta à Leão de Ouro”, “Tecolameco”, ou “Doce de ovos ferrados”.
Além do restaurante Fialho, surge nesta história o Mascarenhas Bar, aberto pela família em 1952, na Travessa do Mascarenhas, que primava pelo marisco e peixe frescos de Sesimbra, Sines e Setúbal, a carne do talho do Xaxana e os produtos hortícolas “da banda da D. Iria, a melhor do mercado eborense”.
Outro episódio da história de restaurantes da família Fialho foi o Salão de Chá e Restaurante Florbela, em homenagem à poetisa Florbela Espanca, que iniciou actividade na Praça do Giraldo em 1957 e teve o primeiro reclamo luminoso da capital alto-alentejana.
“Como Florbela Espanca tinha sido uma mulher de amores livres, que causaram escândalo na sua época, não tardaram os comentários depreciativos sobre o salão. Ao fim de dois anos, o Florbela fechou”.
Alberto Franco afirmou à Lusa que “esta é uma história do Fialho, a primeira, mas haverá outras perspectivas, até porque há sempre histórias a contar e outras que não se podem contar”.
(LUSA)
Comboios: Modernização de linhas ferroviárias no Alentejo interrompe circulação
As obras de modernização em três linhas ferroviárias do Alentejo, já em curso, vão interromper a circulação de comboios na zona a partir de Maio de 2010 e durante um ano, disse hoje fonte da Refer.
A mesma fonte da empresa explicou à agência Lusa que “na primeira fase da obra não existem implicações na circulação ferroviária, mas, numa segunda fase, será estabelecida a interrupção da exploração comercial do troço Bombel/Vidigal/Casa Branca/Évora”.
Segundo a mesma fonte, a interrupção da circulação de comboios naquele troço tem início previsto para 01 de Maio de 2010, sendo levantada um ano depois.
De acordo com a fonte, os passageiros do troço Bombel/Vidigal/Casa Branca/Évora têm como alternativa o transporte rodoviário, através de autocarros de substituição ao serviço da CP e suportados pela Refer.
Também em declarações à Lusa, fonte oficial da CP explicou que “o serviço do comboio Intercidades para Évora e Beja vai ser suspenso durante os trabalhos naquele troço, sendo que o transporte dos passageiros será assegurado por meio rodoviário de substituição”.
“O plano de serviços rodoviários de substituição está ainda a ser equacionado”, disse a fonte, acrescentando que “presidem à sua elaboração os princípios base de manutenção da mobilidade actual, procurando evitar, na medida do possível, soluções que envolvam a necessidade de transbordo”.
A obra de modernização das linhas do Alentejo, Vendas Novas e Évora, no troço Bombel e Vidigal a Évora, foi consignada em Setembro último, num investimento de 48,4 milhões de euros.
Os trabalhos de beneficiação vão permitir “uma melhoria das condições de circulação do transporte de passageiros e mercadorias, possibilitando uma velocidade de exploração de 160 quilómetros por hora”.
Com uma duração de quase um ano e meio, a obra prevê a electrificação do troço Bombel e Vidigal a Évora, renovação das vias, beneficiação de estações e construção de passagens desniveladas.
Segundo a Refer, o troço entre Bombel (Vendas Novas) e Évora faz parte do corredor ferroviário de mercadorias entre Sines e Espanha, sendo considerado como prioritário nas Orientações Estratégicas para o Sector Ferroviário, incluída na lista dos trinta projectos prioritários da Rede Transeuropeia de Transportes.
(LUSA)
A mesma fonte da empresa explicou à agência Lusa que “na primeira fase da obra não existem implicações na circulação ferroviária, mas, numa segunda fase, será estabelecida a interrupção da exploração comercial do troço Bombel/Vidigal/Casa Branca/Évora”.
Segundo a mesma fonte, a interrupção da circulação de comboios naquele troço tem início previsto para 01 de Maio de 2010, sendo levantada um ano depois.
De acordo com a fonte, os passageiros do troço Bombel/Vidigal/Casa Branca/Évora têm como alternativa o transporte rodoviário, através de autocarros de substituição ao serviço da CP e suportados pela Refer.
Também em declarações à Lusa, fonte oficial da CP explicou que “o serviço do comboio Intercidades para Évora e Beja vai ser suspenso durante os trabalhos naquele troço, sendo que o transporte dos passageiros será assegurado por meio rodoviário de substituição”.
“O plano de serviços rodoviários de substituição está ainda a ser equacionado”, disse a fonte, acrescentando que “presidem à sua elaboração os princípios base de manutenção da mobilidade actual, procurando evitar, na medida do possível, soluções que envolvam a necessidade de transbordo”.
A obra de modernização das linhas do Alentejo, Vendas Novas e Évora, no troço Bombel e Vidigal a Évora, foi consignada em Setembro último, num investimento de 48,4 milhões de euros.
Os trabalhos de beneficiação vão permitir “uma melhoria das condições de circulação do transporte de passageiros e mercadorias, possibilitando uma velocidade de exploração de 160 quilómetros por hora”.
Com uma duração de quase um ano e meio, a obra prevê a electrificação do troço Bombel e Vidigal a Évora, renovação das vias, beneficiação de estações e construção de passagens desniveladas.
Segundo a Refer, o troço entre Bombel (Vendas Novas) e Évora faz parte do corredor ferroviário de mercadorias entre Sines e Espanha, sendo considerado como prioritário nas Orientações Estratégicas para o Sector Ferroviário, incluída na lista dos trinta projectos prioritários da Rede Transeuropeia de Transportes.
(LUSA)
Descobertos vestígios arqueológicos da época romana no Torrão
Um conjunto de tanques, cerâmica, uma cisterna e três esqueletos são alguns dos vestígios da época romana encontrados no local onde estava prevista a construção, já suspensa, do Centro Escolar do Torrão, concelho de Alcácer do Sal.
“É uma série de tanques associados a muros, numa área de dispersão de cerca de 500 metros quadrados, com um grau de conservação elevado, bem como dois enterramentos, um do sexo feminino e outro do masculino, sendo o do sexo feminino associado também a uma criança”, revelou a arqueóloga responsável pelas escavações, Catarina Cabrita.
Os vestígios, que podem ser de um complexo industrial ou de umas termas do período romano, levaram à suspensão temporária e alteração, por parte da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, do projecto de construção do Centro Escolar do Torrão para que prossigam as escavações.
“Os vestígios surgiram precisamente onde seria construído o edifício do primeiro ciclo. Portanto, tivemos que pensar o que fazer, porque são vestígios até ao momento bastante importantes”, explicou Catarina Cabrita, felicitando a decisão da autarquia, que salvaguarda que “nada será destruído”. A descoberta vem responder a questões relacionadas com a “evolução histórica”, que já apontava que “deveriam aparecer mais coisas que estão de facto agora a aparecer”, na zona da vila do Torrão.
Além de três tanques completos, diversas estruturas, muros e degraus, a equipa de arqueologia encontrou “cerâmica doméstica e de uso industrial, moedas e cerâmica “fina” importada, mais propriamente terra sigillata (cerâmica considerada ‘de luxo’)”. Estas descobertas não provocaram “grande surpresa” aos arqueólogos da Câmara de Alcácer do Sal, segundo a autarquia, pois “aquela área já estava identificada como sensível deste ponto de vista, daí o acompanhamento arqueológico desde o início”.
“A dispersão e dimensão dos achados é que ganham relevância para uma localidade como o Torrão, mas têm provavelmente a ver com a passagem muito perto da ligação a Beja, já existente na época romana e cujo traçado foi aproveitado pela actual estrada”, explicou ainda a arqueóloga. Agora, é “deitar mãos à obra”, porque ainda “falta muito trabalho” e há “muita escavação pela frente”, concluiu.
(FONTE)
“É uma série de tanques associados a muros, numa área de dispersão de cerca de 500 metros quadrados, com um grau de conservação elevado, bem como dois enterramentos, um do sexo feminino e outro do masculino, sendo o do sexo feminino associado também a uma criança”, revelou a arqueóloga responsável pelas escavações, Catarina Cabrita.
Os vestígios, que podem ser de um complexo industrial ou de umas termas do período romano, levaram à suspensão temporária e alteração, por parte da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, do projecto de construção do Centro Escolar do Torrão para que prossigam as escavações.
“Os vestígios surgiram precisamente onde seria construído o edifício do primeiro ciclo. Portanto, tivemos que pensar o que fazer, porque são vestígios até ao momento bastante importantes”, explicou Catarina Cabrita, felicitando a decisão da autarquia, que salvaguarda que “nada será destruído”. A descoberta vem responder a questões relacionadas com a “evolução histórica”, que já apontava que “deveriam aparecer mais coisas que estão de facto agora a aparecer”, na zona da vila do Torrão.
Além de três tanques completos, diversas estruturas, muros e degraus, a equipa de arqueologia encontrou “cerâmica doméstica e de uso industrial, moedas e cerâmica “fina” importada, mais propriamente terra sigillata (cerâmica considerada ‘de luxo’)”. Estas descobertas não provocaram “grande surpresa” aos arqueólogos da Câmara de Alcácer do Sal, segundo a autarquia, pois “aquela área já estava identificada como sensível deste ponto de vista, daí o acompanhamento arqueológico desde o início”.
“A dispersão e dimensão dos achados é que ganham relevância para uma localidade como o Torrão, mas têm provavelmente a ver com a passagem muito perto da ligação a Beja, já existente na época romana e cujo traçado foi aproveitado pela actual estrada”, explicou ainda a arqueóloga. Agora, é “deitar mãos à obra”, porque ainda “falta muito trabalho” e há “muita escavação pela frente”, concluiu.
(FONTE)
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terça-feira, 3 de Novembro de 2009
Arraiolos: gastronomia, tapetes e empadas
Está a decorrer em Arraiolos, no edifício Multiusos, a 10ª Mostra Gastronómica, que engloba igualmente a Feira do Tapete e o 2º Festival da Empada.
Mutos de nós conhecemos as potencialidades gastronómicas daquele concelho e por isso mesmo é sempre uma tarefa agradável conviver com os sabores e saberes daquela zona do Distrito de Évora.
O evento foi montado num espaço moderno e funcional, agrupando em dois pisos, não só a parte exposicional, bem como as estruturas de restauração instaladas no recinto, e que contemplam para além dos diversos pratos regionais, a componente dos enchidos, queijos, vinho, mel e outras degustações elaboradas por mãos sábios na matéria.
O evento engloba várias actividades do concelho, a par do tapete juntando-lhe a gastronomia, mostrando a boa cozinha alentejana e arraiolense.
Mutos de nós conhecemos as potencialidades gastronómicas daquele concelho e por isso mesmo é sempre uma tarefa agradável conviver com os sabores e saberes daquela zona do Distrito de Évora.
O evento foi montado num espaço moderno e funcional, agrupando em dois pisos, não só a parte exposicional, bem como as estruturas de restauração instaladas no recinto, e que contemplam para além dos diversos pratos regionais, a componente dos enchidos, queijos, vinho, mel e outras degustações elaboradas por mãos sábios na matéria.
O evento engloba várias actividades do concelho, a par do tapete juntando-lhe a gastronomia, mostrando a boa cozinha alentejana e arraiolense.
segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
Borba: vai começar a Festa da Vinha e do Vinho
A Festa da Vinha e do Vinho começa sábado em Borba (Évora) com a inauguração de um novo pavilhão de feiras, que acolhe o certame, num investimento de 3,1 milhões de euros. O novo pavilhão de feiras e eventos permite garantir o desenvolvimento do certame dedicado ao vinho e à vinha, que recebe todos os anos milhares de visitantes, e vai possibilitar a realização de outros eventos na nova cidade alentejana, nomeadamente feiras temáticas de base económica, e iniciativas de carácter cultural, social e desportivo.
A 18ª edição da Festa da Vinha e do Vinho, que vai ser inaugurada pelo novo ministro da Agricultura, António Serrano, decorre até dia 15 com a participação de cerca de uma centena de expositores, com destaque para os produtores de vinho do Alentejo.
A festa inclui um conjunto de eventos temáticos dedicados aos vinhos e enoturismo, gastronomia, produtos regionais, artesanato, equipamentos e serviços vitivinícolas.
O certame, que serve de apresentação do vinho novo dos produtores locais pelo São Martinho, pretende ainda promover os produtos regionais, dando especial realce à produção vinícola regional e aos queijos, enchidos, pão, azeite, mel, frutos secos e doçaria regional.
Com palco numa das mais importantes regiões vitivinícolas do Alentejo, o certame está a cargo do município local, Associação Técnica dos Viticultores do Alentejo (ATEVA), Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) e Turismo do Alentejo.
O programa inclui o circuito das tascas e a Gala da Rainha das Vindimas de Borba no dia inaugural e, ao longo dos nove dias, engloba provas de vinhos, animação musical, actividades desportivas e culturais.
No domingo, às 14:00, decorre o cortejo alegórico da vinha e do vinho, e os espectáculos musicais contam com a participação, entre outros, de Vitorino, Delfins e Blind Zero.
A 18ª edição da Festa da Vinha e do Vinho, que vai ser inaugurada pelo novo ministro da Agricultura, António Serrano, decorre até dia 15 com a participação de cerca de uma centena de expositores, com destaque para os produtores de vinho do Alentejo.
A festa inclui um conjunto de eventos temáticos dedicados aos vinhos e enoturismo, gastronomia, produtos regionais, artesanato, equipamentos e serviços vitivinícolas.
O certame, que serve de apresentação do vinho novo dos produtores locais pelo São Martinho, pretende ainda promover os produtos regionais, dando especial realce à produção vinícola regional e aos queijos, enchidos, pão, azeite, mel, frutos secos e doçaria regional.
Com palco numa das mais importantes regiões vitivinícolas do Alentejo, o certame está a cargo do município local, Associação Técnica dos Viticultores do Alentejo (ATEVA), Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) e Turismo do Alentejo.
O programa inclui o circuito das tascas e a Gala da Rainha das Vindimas de Borba no dia inaugural e, ao longo dos nove dias, engloba provas de vinhos, animação musical, actividades desportivas e culturais.
No domingo, às 14:00, decorre o cortejo alegórico da vinha e do vinho, e os espectáculos musicais contam com a participação, entre outros, de Vitorino, Delfins e Blind Zero.
sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
Universidade de Évora festeja 450 anos
"Um passado com futuro" é o tema central do colóquio internacional que está a decorrer até sábado na Universidade de Évora. O evento que se integra na comemoração do seu 9.º Jubileu vai reunir um vasto leque de especialistas que investigam a história das instituições que tiveram a sua sede no mais emblemático edifício da universidade - o Colégio do Espírito Santo.
A sessão de abertura que decorreu, ontem, na Sala dos Actos, contou com a presença de várias entidades da região e nacionais, sendo de salientar a comparência de José Veiga Simão, membro da Comissão Instaladora da Universidade de Évora (à data ministro da Educação no antigo regime) e do primeiro reitor desta instituição, Ário Lobo de Azevedo.
José Veiga Simão recordou que muito se tem escrito e muito está por escrever sobre a reabertura da Universidade de Évora em 1973 e sobre a vida da instituição durante os últimos 35 anos, "designadamente no que concerne à sua influência no desenvolvimento social, cultural e económico do Alentejo, do país, da Europa, da Comunidade dos Povos de Língua Portuguesa e do Mundo". Contudo, salientou que "o caminho percorrido diz-nos, sem hesitações, que valeu a pena, sendo que o que falta percorrer tem uma dimensão sem limites".
Em seu entender, a extinção da Universidade de Évora em Fevereiro de 1759, após 200 anos de existência, foi um erro, "justificado pela acusação de alheamento dos tempos novos que emergiam na Europa para além dos Pirinéus". Um erro que só foi corrigido em pleno século XX, aquando da realização de um estudo sobre as novas universidades. "Desloquei-me a Évora, em 6 de Fevereiro de 1972, tendo-me sido colocado o problema da criação dos estudos superiores públicos. O então presidente da Junta Distrital, António Santos Murteira, em nome de várias entidades, transmitiu com veemência o desejo das forças vivas do Alentejo participarem na elaboração de um estudo objectivo, conducente a uma solução fundamentada", relembrou. Tais fundamentos foram transmitidos ao presidente do Conselho, Marcello Caetano que permitiu, após muita insistência de José Veiga Simão, a publicação do decreto de reabertura em Évora de uma instituição universitária.
Passadas três décadas e meia, "é tempo para homenagear os obreiros desta Universidade que ultrapassaram com coragem ameaças de extinção e que souberam conduzir a nau até aos dias de hoje. Ao olharem a verdade de frente, esses obreiros souberam como pilotos exímios impor a razão", frisou o mesmo responsável.
A sessão de abertura que decorreu, ontem, na Sala dos Actos, contou com a presença de várias entidades da região e nacionais, sendo de salientar a comparência de José Veiga Simão, membro da Comissão Instaladora da Universidade de Évora (à data ministro da Educação no antigo regime) e do primeiro reitor desta instituição, Ário Lobo de Azevedo.
José Veiga Simão recordou que muito se tem escrito e muito está por escrever sobre a reabertura da Universidade de Évora em 1973 e sobre a vida da instituição durante os últimos 35 anos, "designadamente no que concerne à sua influência no desenvolvimento social, cultural e económico do Alentejo, do país, da Europa, da Comunidade dos Povos de Língua Portuguesa e do Mundo". Contudo, salientou que "o caminho percorrido diz-nos, sem hesitações, que valeu a pena, sendo que o que falta percorrer tem uma dimensão sem limites".
Em seu entender, a extinção da Universidade de Évora em Fevereiro de 1759, após 200 anos de existência, foi um erro, "justificado pela acusação de alheamento dos tempos novos que emergiam na Europa para além dos Pirinéus". Um erro que só foi corrigido em pleno século XX, aquando da realização de um estudo sobre as novas universidades. "Desloquei-me a Évora, em 6 de Fevereiro de 1972, tendo-me sido colocado o problema da criação dos estudos superiores públicos. O então presidente da Junta Distrital, António Santos Murteira, em nome de várias entidades, transmitiu com veemência o desejo das forças vivas do Alentejo participarem na elaboração de um estudo objectivo, conducente a uma solução fundamentada", relembrou. Tais fundamentos foram transmitidos ao presidente do Conselho, Marcello Caetano que permitiu, após muita insistência de José Veiga Simão, a publicação do decreto de reabertura em Évora de uma instituição universitária.
Passadas três décadas e meia, "é tempo para homenagear os obreiros desta Universidade que ultrapassaram com coragem ameaças de extinção e que souberam conduzir a nau até aos dias de hoje. Ao olharem a verdade de frente, esses obreiros souberam como pilotos exímios impor a razão", frisou o mesmo responsável.
Estremoz: EncontrArtes reúne dezenas de expositores
Dezenas de expositores das áreas das artes plásticas, antiguidades, alfarrabismo, velharias, artesanato e coleccionismo participam, a partir de hoje, na terceira edição da EncontrArtes, na cidade alentejana de Estremoz.
O certame, que decorre até domingo no parque de feiras e exposições de Estremoz, promovido pelo município, junta um vasto conjunto de actividades culturais e económicas, representativas da região e do país, assim como instituições da área da cultura.
Segundo a autarquia, “este é o único evento do género que se realiza no Alentejo” e a edição deste ano conta com mais de 60 expositores, entre artistas plásticos e antiquários.
O certame, de acordo com a autarquia, pretende agregar no mesmo espaço a venda, mostra, compra e troca de antiguidades, livros antigos, coleccionismo e artes plásticas.
No certame pode ser apreciada uma “Mostra Surrealista”, com obras de Carlos Godinho, Firmo Silva, Gustavo Fernandes, Luiz Morgadinho, Pedro Prata, Maria Pedro Olaia, Santiago Ribeiro e Victor Lages.
O evento, segundo o município, pretende aproximar a região do resto da Europa, em termos artísticos, tendo sido convidadas embaixadas europeias com representação em Portugal a participar na EncontrArtes, através da fotografia.
Segundo os organizadores, na denominada “Foto Europa”, está garantida a presença de trabalhos de fotógrafos da Bélgica, Croácia, Eslovénia, Estónia e Turquia.
Ainda no âmbito das artes plásticas, a Universidade de Évora, através do seu Departamento de Artes, vai também estar representada no certame com alguns trabalhos produzidos pelos melhores alunos finalistas do curso de artes plásticas, nomeadamente desenho, gravura, escultura e vídeo.
O certame pretende ser, segundo a autarquia, “um ponto de encontro entre associações, galeristas, artistas plásticos, coleccionadores, antiquários, alfarrabistas, críticos e outros agentes destas áreas”.
O certame, que decorre até domingo no parque de feiras e exposições de Estremoz, promovido pelo município, junta um vasto conjunto de actividades culturais e económicas, representativas da região e do país, assim como instituições da área da cultura.
Segundo a autarquia, “este é o único evento do género que se realiza no Alentejo” e a edição deste ano conta com mais de 60 expositores, entre artistas plásticos e antiquários.
O certame, de acordo com a autarquia, pretende agregar no mesmo espaço a venda, mostra, compra e troca de antiguidades, livros antigos, coleccionismo e artes plásticas.
No certame pode ser apreciada uma “Mostra Surrealista”, com obras de Carlos Godinho, Firmo Silva, Gustavo Fernandes, Luiz Morgadinho, Pedro Prata, Maria Pedro Olaia, Santiago Ribeiro e Victor Lages.
O evento, segundo o município, pretende aproximar a região do resto da Europa, em termos artísticos, tendo sido convidadas embaixadas europeias com representação em Portugal a participar na EncontrArtes, através da fotografia.
Segundo os organizadores, na denominada “Foto Europa”, está garantida a presença de trabalhos de fotógrafos da Bélgica, Croácia, Eslovénia, Estónia e Turquia.
Ainda no âmbito das artes plásticas, a Universidade de Évora, através do seu Departamento de Artes, vai também estar representada no certame com alguns trabalhos produzidos pelos melhores alunos finalistas do curso de artes plásticas, nomeadamente desenho, gravura, escultura e vídeo.
O certame pretende ser, segundo a autarquia, “um ponto de encontro entre associações, galeristas, artistas plásticos, coleccionadores, antiquários, alfarrabistas, críticos e outros agentes destas áreas”.
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quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo é “porta para o futuro”
O reitor da Universidade de Évora, Jorge Araújo, defendeu hoje que o Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo constitui-se como “uma porta para o futuro” da instituição, que está a comemorar 450 anos de existência.
“O Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo (PCTA) é uma porta para o futuro, na medida em que é a partir daí que poderá surgir inovação tecnológica e parcerias com os grandes clusters industriais da região”, afirmou Jorge Araújo.
O reitor da Universidade de Évora falava à agência Lusa a propósito do colóquio internacional “Um passado com futuro”, que se realiza entre hoje e sábado para assinalar os 450 anos da instituição alentejana.
A iniciativa pretende reunir especialistas que investigam a história das instituições que tiveram como sede o Colégio do Espírito Santo, principal edifício da universidade alentejana.
Num investimento de 40 milhões de euros, o PCTA, que terá centro em Évora e pólos em Beja, Santarém, Portalegre e Sines, assenta na Rede de Ciência e Tecnologia do Alentejo (RCTA) e organiza em rede todas as unidades de investigação científica e centros tecnológicos da região.
O consórcio para implementação do parque, que integra um total de 21 parceiros, já apresentou uma candidatura a fundos comunitários para o financiamento do projecto, através do INALENTEJO.
“Um grande número de empresas vai estar envolvida no PCTA e não podemos esquecer que Évora vai ter um cluster aeronáutico”, disse Jorge Araújo, considerando que as energias renováveis, particularmente a solar, e a indústria do turismo são outras áreas a ter em conta.
“Naturalmente que é em diálogo, em parceria e em cumplicidade com estes clusters industriais que nós podemos olhar para o futuro”, acrescentou.
A criação de um curso de medicina na Universidade de Évora é para o reitor da academia alentejana outra das “portas para o futuro” da instituição.
“Nós temos uma ambição maior que não é só a medicina. Queremos distinguir-nos de outras universidades, trazendo para Évora o diálogo das medicinas”, afirmou, defendendo a necessidade de se desenvolver um diálogo científico entre a medicina ocidental e a tradicional chinesa.
“Eu quero fazer com que a universidade de Évora seja uma universidade completa também com as ciências da saúde na sua plenitude”, acentuou.
A Universidade de Évora foi fundada em 1559, 22 anos depois da Universidade de Coimbra, numa ideia original de D. João III, mas concretizada pelo Cardeal D. Henrique.
Duzentos anos após a fundação, a instituição encerrou, em consequência do decreto de expulsão dos jesuítas, a quem estava confiado o Colégio do Espírito Santo.
Só em 1973, por decreto do então ministro da Educação Nacional Veiga Simão foi reinstalada em Évora uma instituição universitária, tendo as aulas recomeçado dois anos depois, a 10 de Novembro.
“O Parque de Ciência e Tecnologia do Alentejo (PCTA) é uma porta para o futuro, na medida em que é a partir daí que poderá surgir inovação tecnológica e parcerias com os grandes clusters industriais da região”, afirmou Jorge Araújo.
O reitor da Universidade de Évora falava à agência Lusa a propósito do colóquio internacional “Um passado com futuro”, que se realiza entre hoje e sábado para assinalar os 450 anos da instituição alentejana.
A iniciativa pretende reunir especialistas que investigam a história das instituições que tiveram como sede o Colégio do Espírito Santo, principal edifício da universidade alentejana.
Num investimento de 40 milhões de euros, o PCTA, que terá centro em Évora e pólos em Beja, Santarém, Portalegre e Sines, assenta na Rede de Ciência e Tecnologia do Alentejo (RCTA) e organiza em rede todas as unidades de investigação científica e centros tecnológicos da região.
O consórcio para implementação do parque, que integra um total de 21 parceiros, já apresentou uma candidatura a fundos comunitários para o financiamento do projecto, através do INALENTEJO.
“Um grande número de empresas vai estar envolvida no PCTA e não podemos esquecer que Évora vai ter um cluster aeronáutico”, disse Jorge Araújo, considerando que as energias renováveis, particularmente a solar, e a indústria do turismo são outras áreas a ter em conta.
“Naturalmente que é em diálogo, em parceria e em cumplicidade com estes clusters industriais que nós podemos olhar para o futuro”, acrescentou.
A criação de um curso de medicina na Universidade de Évora é para o reitor da academia alentejana outra das “portas para o futuro” da instituição.
“Nós temos uma ambição maior que não é só a medicina. Queremos distinguir-nos de outras universidades, trazendo para Évora o diálogo das medicinas”, afirmou, defendendo a necessidade de se desenvolver um diálogo científico entre a medicina ocidental e a tradicional chinesa.
“Eu quero fazer com que a universidade de Évora seja uma universidade completa também com as ciências da saúde na sua plenitude”, acentuou.
A Universidade de Évora foi fundada em 1559, 22 anos depois da Universidade de Coimbra, numa ideia original de D. João III, mas concretizada pelo Cardeal D. Henrique.
Duzentos anos após a fundação, a instituição encerrou, em consequência do decreto de expulsão dos jesuítas, a quem estava confiado o Colégio do Espírito Santo.
Só em 1973, por decreto do então ministro da Educação Nacional Veiga Simão foi reinstalada em Évora uma instituição universitária, tendo as aulas recomeçado dois anos depois, a 10 de Novembro.
FEIRA DE CHOCOLATE EM GRÂNDOLA DE 6 a 8 DE NOVEMBRO
Chocolates e muitas iguarias doces são a principal atracção da 3ª edição da Feira de Chocolate, que decorre de 6 a 8 de Novembro, no Parque de Feiras e Exposições de Grândola.
Uma mostra de vinhos tintos frutados do Estabelecimento Prisional de Pinheiro da Cruz, a ginja de Óbidos e licores de chocolate, fondue de frutas com chocolate, churros, bolos, crepes, tripas, waffle, fartura americana com chocolate ou fogaças, são algumas das especialidades que convidam à descoberta dos 75 stands da feira.
Vodka de caramelo e Vodka de chocolate, cerveja de chocolate, “Flama Ardente” – bebida afrodisíaca, chás e cafés com aroma a cacau, queijo de figo de chocolate e massas de trigo com aroma a chocolate, são as principais novidades na presente edição, e que prometem fazer as delícias dos visitantes.
Ponto de paragem obrigatório na Feira de Chocolate, é o espaço destinado ao Centro de Formação Profissional para o Sector Alimentar, com a exposição e realização ao vivo de esculturas e peças em chocolate e massa de pão.
As Paisagens Alentejanas, são o tema central das peças que o Mestre Chocolatier Paulo Santos vai executar ao vivo, e nas quais aplicará técnicas de Azulejaria em chocolate, utilizando Extrosão e Raspagem. O ponto alto será o Brazão do Município, com 90 x 60 cm que promete esculpir durante o evento.Nas Tasquinhas realiza-se uma Mostra Gastronómica. Pataniscas com arroz de feijão, javali no tacho com migas ou galinha do campo em molho fazem parte da ementa, que inclui variados pratos tradicionais do Alentejo.
A pensar nos mais novos, a Feira de Chocolate tem uma zona exterior com Carrosséis e Insufláveis, que promete ser palco de muitas brincadeiras.
Novidade, na edição deste ano da Feira de Chocolate, é o Comboio do Chocolate, um transporte gratuito, que efectuará diariamente e de forma rotativa, o trajecto entre o Parque de Feiras e Exposições e vários pontos estratégicos da vila.
Paralelamente à feira decorre um vasto programa de animação, onde se destaca no dia 6 os N.E.I.M (banda cover´s) e no dia 7 Rouxinol Faduncho.
Uma mostra de vinhos tintos frutados do Estabelecimento Prisional de Pinheiro da Cruz, a ginja de Óbidos e licores de chocolate, fondue de frutas com chocolate, churros, bolos, crepes, tripas, waffle, fartura americana com chocolate ou fogaças, são algumas das especialidades que convidam à descoberta dos 75 stands da feira.
Vodka de caramelo e Vodka de chocolate, cerveja de chocolate, “Flama Ardente” – bebida afrodisíaca, chás e cafés com aroma a cacau, queijo de figo de chocolate e massas de trigo com aroma a chocolate, são as principais novidades na presente edição, e que prometem fazer as delícias dos visitantes.
Ponto de paragem obrigatório na Feira de Chocolate, é o espaço destinado ao Centro de Formação Profissional para o Sector Alimentar, com a exposição e realização ao vivo de esculturas e peças em chocolate e massa de pão.
As Paisagens Alentejanas, são o tema central das peças que o Mestre Chocolatier Paulo Santos vai executar ao vivo, e nas quais aplicará técnicas de Azulejaria em chocolate, utilizando Extrosão e Raspagem. O ponto alto será o Brazão do Município, com 90 x 60 cm que promete esculpir durante o evento.Nas Tasquinhas realiza-se uma Mostra Gastronómica. Pataniscas com arroz de feijão, javali no tacho com migas ou galinha do campo em molho fazem parte da ementa, que inclui variados pratos tradicionais do Alentejo.
A pensar nos mais novos, a Feira de Chocolate tem uma zona exterior com Carrosséis e Insufláveis, que promete ser palco de muitas brincadeiras.
Novidade, na edição deste ano da Feira de Chocolate, é o Comboio do Chocolate, um transporte gratuito, que efectuará diariamente e de forma rotativa, o trajecto entre o Parque de Feiras e Exposições e vários pontos estratégicos da vila.
Paralelamente à feira decorre um vasto programa de animação, onde se destaca no dia 6 os N.E.I.M (banda cover´s) e no dia 7 Rouxinol Faduncho.
quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
Vai abrir o Museu Militar de Elvas
Uma cozinha de campanha do início do século XX, uma mesa de operação de ortopedia e o primeiro carro de combate do país são algumas das peças expostas no Museu Militar de Elvas, que abre portas na próxima quinta-feira.
O espaço museológico vai ser inaugurado pelo Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), General José Luís Pinto Ramalho, no âmbito das cerimónias comemorativas do Dia do Exército.
“Este novo museu visa preservar a importância militar da cidade de Elvas”, explicou hoje à agência Lusa o director do espaço, Coronel José Aragão Varandas.
Numa cidade com fortes características militares, o novo espaço museológico abre as portas nas instalações do Regimento de Infantaria nº 8, encerrado há dois anos.
Sendo um museu de cariz nacional, mostrará uma parte do acervo museológico do Exército português, nas temáticas do Serviço de Saúde, Viaturas (tácticas e blindadas) e Hipomóveis e Arreios, num contexto museológico potenciado pela memória histórica do espaço monumental da cidade.
“Vamos abrir com cinco salas destinadas ao Serviço de Saúde do Exército com o tema hospitalar. No total, neste acervo temos 640 peças, embora não estejam todas em exposição nesta primeira fase”, conta Aragão Varandas.
No que diz respeito aos Arreios militares, são cerca de 160 peças, em conjuntos variados, que podem ser apreciadas em cinco salas de exposição.
Segundo o coronel Aragão Varandas, no sector dos Hipomóveis “há peças do final do século XIX”.
O Museu Militar de Elvas incluirá, numa fase posterior, “dois domínios de estudo e investigação”.
Trata-se de um Centro de Estudos de Fortificações Militares de Elvas e um Centro de Interpretação sobre a Guerra do Ultramar Português”, explicou Aragão Varandas.
O Regimento de Infantaria nº 8 de Elvas encerrou em 2007, no âmbito do projecto de reestruturação do Exército português.
Actualmente, o Exército dispõe de três dezenas de efectivos a trabalhar no novo Museu Militar de Elvas, localizado nas instalações do antigo Convento de S. Domingos e Quartéis do Casarão.
O espaço museológico vai ser inaugurado pelo Chefe do Estado-Maior do Exército (CEME), General José Luís Pinto Ramalho, no âmbito das cerimónias comemorativas do Dia do Exército.
“Este novo museu visa preservar a importância militar da cidade de Elvas”, explicou hoje à agência Lusa o director do espaço, Coronel José Aragão Varandas.
Numa cidade com fortes características militares, o novo espaço museológico abre as portas nas instalações do Regimento de Infantaria nº 8, encerrado há dois anos.
Sendo um museu de cariz nacional, mostrará uma parte do acervo museológico do Exército português, nas temáticas do Serviço de Saúde, Viaturas (tácticas e blindadas) e Hipomóveis e Arreios, num contexto museológico potenciado pela memória histórica do espaço monumental da cidade.
“Vamos abrir com cinco salas destinadas ao Serviço de Saúde do Exército com o tema hospitalar. No total, neste acervo temos 640 peças, embora não estejam todas em exposição nesta primeira fase”, conta Aragão Varandas.
No que diz respeito aos Arreios militares, são cerca de 160 peças, em conjuntos variados, que podem ser apreciadas em cinco salas de exposição.
Segundo o coronel Aragão Varandas, no sector dos Hipomóveis “há peças do final do século XIX”.
O Museu Militar de Elvas incluirá, numa fase posterior, “dois domínios de estudo e investigação”.
Trata-se de um Centro de Estudos de Fortificações Militares de Elvas e um Centro de Interpretação sobre a Guerra do Ultramar Português”, explicou Aragão Varandas.
O Regimento de Infantaria nº 8 de Elvas encerrou em 2007, no âmbito do projecto de reestruturação do Exército português.
Actualmente, o Exército dispõe de três dezenas de efectivos a trabalhar no novo Museu Militar de Elvas, localizado nas instalações do antigo Convento de S. Domingos e Quartéis do Casarão.
Prossegue o plano de rega do Alentejo
A empresa gestora de Alqueva anunciou o lançamento de dois concursos público para a construção, orçada em 36,3 milhões de euros, de uma barragem e um adutor que vão permitir regar 12 mil hectares no concelho de Beja.
As empreitadas incluem a construção da barragem dos Cinco Reis, perto da aldeia de Penedo Gordo, e dos primeiro e segundo troços do adutor que irá ligar o canal Alvito/Pisão, a partir de Trigaches, àquela barragem.
A barragem será do tipo aterro e terá uma altura máxima de 15,50 metros, um desenvolvimento de cerca de 514 metros e uma capacidade máxima de um milhão e 400 mil metros cúbicos de água.
O adutor, que faz parte do sistema primário do subsistema de rega do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, terá uma extensão total superior a sete quilómetros e uma conduta elevatória com cerca de 1,5 quilómetros.
Além do adutor e da barragem, as empreitadas incluem também a construção do reservatório e da estação elevatória de Álamo e o reservatório de Beringel.
As empreitadas irão permitir “garantir água a partir de Alqueva para irrigação de uma área com cerca de 12 mil hectares, correspondente aos perímetros de rega Beringel/Beja e Cinco Reis/Trindade”, explica a Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA).
Para completar o sistema primário do subsistema de rega do Alqueva, lembra a empresa, “falta apenas o lançamento dos concursos para a adução à albufeira de Vale do Gaio e o circuito hidráulico Roxo/Sado”.
Entretanto, continua a EDIA, estão a decorrer as empreitadas no subsistema de rega do Ardila, redes primária e secundária, “prevendo-se para o próximo ano o lançamento dos concursos que darão início ao subsistema de rega de Pedrógão”.
As empreitadas incluem a construção da barragem dos Cinco Reis, perto da aldeia de Penedo Gordo, e dos primeiro e segundo troços do adutor que irá ligar o canal Alvito/Pisão, a partir de Trigaches, àquela barragem.
A barragem será do tipo aterro e terá uma altura máxima de 15,50 metros, um desenvolvimento de cerca de 514 metros e uma capacidade máxima de um milhão e 400 mil metros cúbicos de água.
O adutor, que faz parte do sistema primário do subsistema de rega do Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, terá uma extensão total superior a sete quilómetros e uma conduta elevatória com cerca de 1,5 quilómetros.
Além do adutor e da barragem, as empreitadas incluem também a construção do reservatório e da estação elevatória de Álamo e o reservatório de Beringel.
As empreitadas irão permitir “garantir água a partir de Alqueva para irrigação de uma área com cerca de 12 mil hectares, correspondente aos perímetros de rega Beringel/Beja e Cinco Reis/Trindade”, explica a Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva (EDIA).
Para completar o sistema primário do subsistema de rega do Alqueva, lembra a empresa, “falta apenas o lançamento dos concursos para a adução à albufeira de Vale do Gaio e o circuito hidráulico Roxo/Sado”.
Entretanto, continua a EDIA, estão a decorrer as empreitadas no subsistema de rega do Ardila, redes primária e secundária, “prevendo-se para o próximo ano o lançamento dos concursos que darão início ao subsistema de rega de Pedrógão”.
Alentejo: Linha férrea alternativa
É discutida hoje, em Santiago do Cacém, uma proposta alternativa de ligação ferroviária Sines-Santiago do Cacém-Grândola.
O estudo, elaborado pelo professor Costa Lobo, do Instituto Superior Técnico, prevê a construção de um túnel de 1,7 quilómetros e de 15,5 quilómetros de linha nova. A ligação proposta permitiria aproximar Sines de Beja.
O estudo, elaborado pelo professor Costa Lobo, do Instituto Superior Técnico, prevê a construção de um túnel de 1,7 quilómetros e de 15,5 quilómetros de linha nova. A ligação proposta permitiria aproximar Sines de Beja.
Delphi fecha em Ponte de Sor e atira 430 pessoas para o desemprego
A fabricante norte-americana de componentes Delphi vai fechar a sua unidade em Ponte de Sor até ao final do ano, deixando cerca de 430 trabalhadores sem emprego.
Segundo explicou ao PÚBLICO José Simões, secretário-geral do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e Afins, a decisão foi hoje anunciada pela administração da Delphi numa reunião com representantes sindicais.
A chefia da unidade industrial de Ponte de Sor, a maior do distrito de Portalegre e responsável pelo emprego de 2,5 por cento da população do concelho, está neste momento a informar os trabalhadores sobre o encerramento da fábrica.
De acordo com José Simões, cada um dos trabalhadores irá para casa com uma indemnização de dois meses por cada ano de trabalho.
A crise no sector automóvel, que perturbou fortemente o negócio dos fabricantes de componentes, está por detrás do encerramento da unidade de Ponte de Sor.
Sediada na região há 29 anos, a fábrica produz apoios, volantes e airbags para vários modelos automóveis.
Além do encerramento de Ponte de Sor, a Delphi anunciou já o despedimento de 500 trabalhadores da fábrica da Guarda. Cerca de 300 deverão ir para casa até ao final do ano e os outros 200 poderão ter o mesmo destino no primeiro trimestre de 2010.
Além de Ponte de Sor e da Guarda, a fabricante norte-americana tem mais três fábricas em Portugal: Seixal, Castelo Branco e Braga.
(FONTE)
Segundo explicou ao PÚBLICO José Simões, secretário-geral do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas e Afins, a decisão foi hoje anunciada pela administração da Delphi numa reunião com representantes sindicais.
A chefia da unidade industrial de Ponte de Sor, a maior do distrito de Portalegre e responsável pelo emprego de 2,5 por cento da população do concelho, está neste momento a informar os trabalhadores sobre o encerramento da fábrica.
De acordo com José Simões, cada um dos trabalhadores irá para casa com uma indemnização de dois meses por cada ano de trabalho.
A crise no sector automóvel, que perturbou fortemente o negócio dos fabricantes de componentes, está por detrás do encerramento da unidade de Ponte de Sor.
Sediada na região há 29 anos, a fábrica produz apoios, volantes e airbags para vários modelos automóveis.
Além do encerramento de Ponte de Sor, a Delphi anunciou já o despedimento de 500 trabalhadores da fábrica da Guarda. Cerca de 300 deverão ir para casa até ao final do ano e os outros 200 poderão ter o mesmo destino no primeiro trimestre de 2010.
Além de Ponte de Sor e da Guarda, a fabricante norte-americana tem mais três fábricas em Portugal: Seixal, Castelo Branco e Braga.
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sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
Rural Beja promete vinhos e sensações do sul
De 24 a 26 de Outubro, realiza-se no Parque de Feiras e Exposições de Beja, a 3ª edição da Vinipax que reúne mais de uma centena de produtores de vinhos do Sul de Portugal. Esta iniciativa insere-se no Rural Beja, um evento onde decorre também a OliviPax, RuralBio e BejaSénior e que promete três dias de muitas sensações.
Seguindo os mesmos moldes da Vinipax, a 1ª edição da Olivipax, procura dar visibilidade ao mundo do azeite. Para além do espaço gourmet conta com uma exposição sobre o tema «Breve Viagem ao Mundo do Azeite».
No sábado, a partir das 15h têm início as III Jornadas de Enoturismo e uma hora depois é inaugurada a exposição «Da Vinha ao Vinho – Castas Portuguesas». No espaço gourmet da Vinipax está prevista uma acção gastronómica promovida pela Herdade de Santa Vitória e provas de vinhos. Para esta edição foram convidados 20 jornalistas e críticos de vinhos e azeites de várias partes do mundo.
A Rural Bio - IV Feira de Agricultura Biológica, organizada pela Associação de Defesa do Património de Mértola, tem como novidade os cosméticos produzidos em modo biológico, a partir de plantas aromáticas e medicinais. Para dinamizar este espaço estão previstos ateliers sobre óleos essenciais, velas de cheiros e papel perfumado, sessões de aromaterapia, oficinas de gastronomia e actividades de educação ambiental.
A 8ª edição da Beja Sénior organiza actividades onde as formas de vestir, as mesinhas caseiras para curar males do corpo ou a poesia popular vão ser o prato forte. Também terão lugar aulas de cozinha, yoga, fado e cantares alentejanos.
A 12ª edição da Canibeja, também faz parte deste certame e apresenta este ano mais de 600 canídeos das mais variadas raças mundiais. As aves têm um espaço na IX Exposição e Concurso de Aves, onde se destaca a presença de 400 canários, 200 aves exóticas e 100 pombos.
Para animar a noite não vão faltar grupos corais, tunas universitárias e no domingo, pelas 15h está previsto um Festival de Folclore com actuações de ranchos de Alter do Chão de Jungueiros e São Bartolomeu de Messines.
Seguindo os mesmos moldes da Vinipax, a 1ª edição da Olivipax, procura dar visibilidade ao mundo do azeite. Para além do espaço gourmet conta com uma exposição sobre o tema «Breve Viagem ao Mundo do Azeite».
No sábado, a partir das 15h têm início as III Jornadas de Enoturismo e uma hora depois é inaugurada a exposição «Da Vinha ao Vinho – Castas Portuguesas». No espaço gourmet da Vinipax está prevista uma acção gastronómica promovida pela Herdade de Santa Vitória e provas de vinhos. Para esta edição foram convidados 20 jornalistas e críticos de vinhos e azeites de várias partes do mundo.
A Rural Bio - IV Feira de Agricultura Biológica, organizada pela Associação de Defesa do Património de Mértola, tem como novidade os cosméticos produzidos em modo biológico, a partir de plantas aromáticas e medicinais. Para dinamizar este espaço estão previstos ateliers sobre óleos essenciais, velas de cheiros e papel perfumado, sessões de aromaterapia, oficinas de gastronomia e actividades de educação ambiental.
A 8ª edição da Beja Sénior organiza actividades onde as formas de vestir, as mesinhas caseiras para curar males do corpo ou a poesia popular vão ser o prato forte. Também terão lugar aulas de cozinha, yoga, fado e cantares alentejanos.
A 12ª edição da Canibeja, também faz parte deste certame e apresenta este ano mais de 600 canídeos das mais variadas raças mundiais. As aves têm um espaço na IX Exposição e Concurso de Aves, onde se destaca a presença de 400 canários, 200 aves exóticas e 100 pombos.
Para animar a noite não vão faltar grupos corais, tunas universitárias e no domingo, pelas 15h está previsto um Festival de Folclore com actuações de ranchos de Alter do Chão de Jungueiros e São Bartolomeu de Messines.
Évora: Lançamento do nº 4 da Revista Nova Águia
Na Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009, entre as 22:30 e as 23:30, no Intensidez Bibliocafé, em Évora, realiza-se uma sessão de lançamento do quarto número da NOVA ÁGUIA, que tem como tema “Pascoaes, Portugal e a Europa”.
Montargil: Lançamento do nº 4 da Revista Nova Águia
Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009, das 19:00 às 20 horas, no Auditório da Escola Básica de Montargil, terá lugar uma sessão de lançamento do n.º 4 da revista Nova Águia.
Como é sabido, a revista A Águia foi uma das mais importantes do início do século XX em Portugal, em que colaboraram algumas das mais relevantes figuras da nossa Cultura, como Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Raul Proença, Leonardo Coimbra, António Carneiro, António Sérgio, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva. A ideia de relançar a revista, agora sob o nome de NOVA ÁGUIA, pretende ser uma homenagem a essa tão importante revista da nossa História, procurando recriar o seu "espírito", adaptado aos nossos tempos. Não se trata, nessa medida, de fazer uma revista voltada para o passado, meramente revivalista. Trata-se, antes, de fazer uma revista para os tempos de hoje, para o século XXI.
Tal como n' A Águia, procuraremos o contributo das mais relevantes figuras da nossa Cultura, que serão chamadas a reflectir sobre determinados temas. O tema do quarto número, que agora lançamos, é “Pascoaes, Portugal e a Europa”.
Orgulhamo-nos de ter conseguido o contributo de nomes tão ilustres como Adriano Moreira, António Cândido Franco, António Telmo, Joaquim Domingues, Manuel Ferreira Patrício, Manuel Gandra, Miguel Real e Pinharanda Gomes, a par de muitos outros.
Como é sabido, a revista A Águia foi uma das mais importantes do início do século XX em Portugal, em que colaboraram algumas das mais relevantes figuras da nossa Cultura, como Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Raul Proença, Leonardo Coimbra, António Carneiro, António Sérgio, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva. A ideia de relançar a revista, agora sob o nome de NOVA ÁGUIA, pretende ser uma homenagem a essa tão importante revista da nossa História, procurando recriar o seu "espírito", adaptado aos nossos tempos. Não se trata, nessa medida, de fazer uma revista voltada para o passado, meramente revivalista. Trata-se, antes, de fazer uma revista para os tempos de hoje, para o século XXI.
Tal como n' A Águia, procuraremos o contributo das mais relevantes figuras da nossa Cultura, que serão chamadas a reflectir sobre determinados temas. O tema do quarto número, que agora lançamos, é “Pascoaes, Portugal e a Europa”.
Orgulhamo-nos de ter conseguido o contributo de nomes tão ilustres como Adriano Moreira, António Cândido Franco, António Telmo, Joaquim Domingues, Manuel Ferreira Patrício, Manuel Gandra, Miguel Real e Pinharanda Gomes, a par de muitos outros.
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