sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

FLORBELA ESPANCA

A poetisa tinha por nome completo FLORBELA D'ALMA DA CONCEIÇÃO LOBO ESPANCA. Em família era tratada pelo diminutivo de Bela.
Na sua vida tudo parece ligar-se ao dia 8 de Dezembro. Neste dia nasceu em 1894; neste dia casou pela primeira vez, civilmente, em 1913, e, neste dia (na noite de 7 para 8 de Dezembro), faleceu, em 1930, com 36 anos de idade.
Era filha de João Maria Espanca e de Antónia da Conceição Lobo. João Maria era casado com Maria Toscano, mas, como deste casamento não houvesse filhos, estabeleceu uma relação com Antónia e dessa relação nasceram dois filhos: Florbela e Apeles. Mas cedo a mãe de Florbela trocou João Espanca por outro homem, vindo viver para Évora. Os dois filhos ficaram com o pai e com a mulher deste, Maria Toscano, que se transforma em mãe adoptiva.
Ao atingir a idade escolar, Florbela frequenta o colégio de Dona Ana Leocádia, em Vila Viçosa. Ao concluir a 4ª classe, transita para a escola secundária do professor Romeu, que frequenta até concluir o 3º ano, o que acontece até 1907. No 4º ano vem para Évora para o Liceu André de Gouveia. Com ela vem toda a família que se instala na Rua de Avis, nº16.
Florbela foi das primeiras mulheres a frequentar o liceu eborense. Foi aluna do Liceu de Évora até 1912. Em 8 de Dezembro de 1913 - o dia dos seus 19 anos - casa-se civilmente com Alberto Moutinho, seu colega de liceu. O primeiro casamento fracassou, e segue-se um segundo casamento com António Guimarães, que teve a mesma sorte. Em Outubro de 1925, então com 31 anos, casa-se pela terceira vez, em Matosinhos, com Mário Lage. A sua relação com Mário Lage degrada-se também. Chegou ainda a ter uma ligação com Luís Maria Cabral, médico e pianista, mas que já não deu em casamento.
Afecto permanente e inalterável ao longo da vida foi o irmão, Apeles da Rocha Espanca. Este também frequentou o Liceu de Évora, onde anos mais tarde seria recordado por uma placa evocativa que ainda ali permanece, no átrio da entrada principal do edifício, agora Universidade. Em 6 de Junho de 1927, Apeles Espanca, piloto aviador, morre, quando o avião em que seguia se despenha nas águas do Tejo. A partir daí, o precário equilíbrio interior de Florbela ficou definitivamente comprometido. Nunca mais voltaria a recuperar.
Em Agosto de 1928, cerca de um ano depois da morte do irmão, Florbela Espanca tenta suicidar-se. Segue-se uma segunda tentativa de suicídio em Novembro de 1930. No dia 8 de Dezembro desse mesmo ano, no dia do seu aniversário (já o seu casamento se havia realizado nesse mesmo dia) foi encontrada morta no quarto em Matosinhos. Debaixo do colchão foram encontrados dois frascos de Veranol.

GALA EQUESTRE de NATAL - 12 Dez. 2009 - 21.30 Horas

Na Arena de Évora:
Trata-se de um espectáculo onde o CAVALO LUSITANO é a figura central. É um evento dirigido para a família e portanto adequado à quadra de Natal. Neste espectáculo irão estar em evidência todas as aptidões deste magnífico animal, tais como a graciosidade, a beleza, o poder e a magia,que poderão estar patentes em quadros de rara beleza inter-ligando o cavalo com outras artes como o bailado, o flamenco, o fado e onde a luz, a cor e o som marcam importante presença.

quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

No próximo sábado: debate sobre o projecto para a zona envolvente do Templo Romano

Vai realizar-se em Évora uma conferência/debate sobre o projecto para a zona envolvente do Templo Romano.
Será no próximo sábado, dia 12 de Dezembro, pelas 15 horas, na sede do Grupo Pró-Évora, na Rua do Salvador.
Está anunciada a presença do Prof. Gonçalo Ribeiro Telles e da Arq.ª Margarida Cancela de Abreu, e a participação do autor do projecto, Arq.º Nuno Lopes.

Comemorações dos 30 Anos dos Bombeiros Voluntários de Arronches


Os Bombeiros Voluntários de Arronches,vão celebrar no dia 13 de Dezembro o seu 30º Aniversário.

quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009

Encontro nacionalista em Portalegre

Decorreu ontem o almoço nacionalista em Portalegre, num ambiente estudantil e tranquilo foram discutidos diversos temas da sociedade portuguesa. No almoço estiveram presentes camaradas de Portalegre e representantes do Partido Nacional Renovador, entre quais o líder José Pinto Coelho. De seguida o Presidente do PNR deu uma pequena entrevista para a ESEP tv onde falou sobre a sua visão acerca do estado do país e de alguns projectos para o futuro.

quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

Dia 8 de Dezembro em Portalegre


segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

"Império, Nação, Revolução", de Riccardo Marchi


"As Direitas Radicais Portuguesas no Fim do Estado Novo (1959-1974)":
Riccardo Marchi, neste excelente livro, conta-nos a história política e cultural deste segmento político e cultural, pequeno mas decisivo nos confrontos ideológicos da fase final do Estado Novo. Destes «vencidos» que - e cito as suas palavras finais - não estavam «dispostos a sacrificar, com a agonia do regime, o eixo central do seu próprio imaginário colectivo: o Império, espírito e forma do “Portugal Eterno”.»
"Império, Nação, Revolução" de Riccardo Marchi - à venda na "Texto Editores".

sábado, 21 de Novembro de 2009

Comemorar o 1º de Dezembro

Que todos os portugueses assinalem como puderem o Dia da Restauração, afirmando a sua vontade de continuar Portugal, livre, soberano e independente. Que o 1º de Dezembro seja o momento de gritar bem alto o sonho de um país justo e fraterno, uma nação unida no seu destino colectivo, um povo de novo à aventura, numa Pátria de novo criança.
Portugueses, celebremos o dia da redenção!

sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Borba aumenta produção de azeite em 200%

Os olivicultores da região de Borba, no Alentejo, estão a colher este ano azeitona para azeite em quantidade significativa e de "boa qualidade", prevendo um aumento de produção na ordem dos 200 por cento em relação a 2008.
O presidente da Cooperativa de Olivicultores de Borba, David Guégués, adiantou hoje à agência Lusa que "está a ser um ano extraordinário de azeitona, tanto em quantidade como em qualidade, muito melhor que o ano passado".
A Cooperativa de Borba, uma das principais do Alentejo, prevê este ano, segundo o responsável, uma produção a rondar os 2,1 milhões de quilos de azeitona, o que vai corresponder a cerca de 336 mil litros de azeite.
"Estamos a produzir azeite de boa qualidade", salientou o presidente da cooperativa
Acrescentou que vão receber azeitona até Janeiro de 2010, realçando que em todo o Alentejo é um "ano bom" para o sector.
De acordo com David Guégués, o aumento da produção deste ano está relacionado com o tipo de oliveira que predomina na região, a oliveira galega, que permite "um ano bom e a seguir dois ou três fracos", e considerou que as condições climatológicas também foram favoráveis.
A Cooperativa de Borba produz azeite de qualidade com Denominação de Origem Protegida (DOP), exportando uma pequena quantidade para Inglaterra, Alemanha e França.
"Em Portugal, não temos preços para concorrer com a Espanha, o maior produtor mundial de azeite e que domina o mercado internacional do sector", alegou.
O facto de Portugal produzir azeite de qualidade é apontado, pelo mesmo responsável, como o principal factor que permite a sobrevivência dos produtores portugueses.
David Guégués disse ainda que nesta campanha está a ser exportada para Espanha "muita azeitona do Alentejo".
O responsável vem advertindo, desde há algum tempo, que o sector necessita de uma reestruturação, que passa pela fusão de cooperativas a nível regional, sobretudo no Alto Alentejo.
"É a única hipótese de sobrevivência do sector na região", salientou.
Na região do Alto Alentejo, segundo o dirigente da cooperativa de Borba, "está a registar-se um certo abandono da olivicultura", sobretudo devido "ao envelhecimento dos agricultores", advertindo que "o sector corre o risco de acabar nesta zona".
A Cooperativa de Olivicultores de Borba, fundada em 1951, que produz as marcas "Gaspacho" e "Dom Borba", tem cerca de 1.200 associados e abrange os concelhos de Borba e Vila Viçosa, no distrito de Évora.

Aeroporto de Beja "quase concluído"

A construção do aeroporto de Beja está "quase concluída" e já decorre o processo de certificação da infra-estrutura aeronáutica, mas ainda não se sabe quando começará a operar, disseram hoje à Lusa fontes das empresas ligadas ao projecto.
"As obras estão quase concluídas, só faltam alguns pormenores", disse o presidente da Empresa de Desenvolvimento do Aeroporto de Beja (EDAB), José Queiroz, sem especificar uma data para o fim das obras, que estão atrasadas.
"Em breve começam as inspecções e, se tudo estiver em condições, será assinado o auto de recepção provisória da obra", precisou o responsável, que, em declarações anteriores à Lusa, tinha apontado o "final de Outubro" para o fim da empreitada.
A construção do aeroporto, que resulta do aproveitamento civil da Base Aérea n.º 11 (BA11), sofreu atrasos e ainda decorre a segunda empreitada que arrancou no início de Setembro de 2008, 10 meses após o inicialmente previsto, devido a um impasse no concurso público.
Orçada em pouco mais de 9,5 milhões de euros, a empreitada, prevista durar seis meses e meio mas que decorre há mais de um ano, inclui a construção dos terminais (um de passageiros e outro de carga) e dos edifícios (de serviços, bombeiros, material de placa, portaria e inactivação de explosivos).
Apesar de as obras já estarem "em fase de conclusão", a aquisição de "alguns equipamentos aeronáuticos necessários à operação civil" da BA11 ainda está "em fase de concurso" e falta a certificação da infra-estrutura aeronáutica, disse hoje à Lusa Rui Oliveira, relações públicas da ANA - Aeroportos de Portugal, empresa que vai gerir e explorar o aeroporto de Beja.

quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

Alentejo pode estar a caminho da pior seca de sempre

A pior seca de que há memória no Alentejo ocorreu em 2005, mas se a natureza não ajudar, esse cenário pode repetir-se em 2010. O Outono e o Inverno são fundamentais para repor os níveis de água na região, mas em Outubro e Novembro praticamente não choveu no Alentejo.
A quase ausência de chuva já afecta a pecuária, as sementeiras, os pastos e até a produção de azeitona.
A gravidade da situação pode ser ilustrada através do nível médio de precipitação da região. Entre 1971-2000, a média anual foi de 571 milímetros. Até ao fim de Outubro deste ano, o acumulado ronda os 160 mm, o que corresponde a apenas 28 por cento da média entre 1971 e 2000.
Habitualmente, os meses de Outono e Inverno são responsáveis por 60 por cento da precipitação anual no Alentejo. Se 2009 respeitasse a média de 1971-2000, isso corresponderia a cerca de 342 mm de chuva. Acontece que em Setembro de 2009 a pluviosidade chegou apenas aos 32 mm e Outubro foi ainda mais seco - apenas três milímetros, menos que em Agosto.
Luís Peres de Sousa, professor da Escola Superior Agrária de Beja e também ele agricultor, salienta, por isso, que o nível de precipitação deste Outono está muito longe do que seria necessário para esta altura. "Este ano praticamente não choveu. Algumas culturas ainda tiveram sorte, mas os lençóis freáticos encontram-se numa situação muito difícil", diz. O sistema de rega de Alqueva não vai chegar a tempo de fornecer água aos locais onde os níveis são equivalentes aos que seriam habituais no Verão.
Por essa razão, adensa-se o receio de que se esteja a repetir o cenário dramático da seca de 2005. Nesse ano morreram, por falta de água e de alimento, dezenas de milhares de cabeças de gado e a região deixou de produzir o que quer que fosse.
O pior cenário é o dos agricultores do Baixo Alentejo, sobretudo os da margem esquerda do Guadiana. O presidente da Associação de Agricultores de Serpa, Sebastião Rodrigues, alerta para "uma situação gravíssima". A maioria dos agricultores recusa-se a semear, dada a falta de garantias de que terão água. E os que fizeram culturas "estão com o credo na boca". Quem lançou semente para pastagens "já meteu o gado em cima" para não ter que o alimentar à mão, uma situação anómala que se reflecte na criação de borregos.
"Até a produção de azeitona está a ser afectada", prossegue, frisando que os olivais da margem esquerda do Guadiana apresentam um fruto com muito caroço e pouca massa para a produção de azeite. Aquele dirigente associativo espera sensibilizar o Governo para a dimensão do "desastre" que pode vir acontecer no próximo Verão, se "a máquina burocrática do Ministério da Agricultura não antecipar meios para intervir". É que desde 2005 "nada foi feito para evitar a repetição do flagelo" que, há quatro anos, destruiu explorações agrícolas e acelerou ainda mais a desertificação dos campos alentejanos.
O agricultor alemão Dietmar Ochsenreiker dirige uma herdade na estrada que liga Serpa a Mértola, em Vale de Açor de Cima. A continuar assim," o ano agrícola está perdido", afirma. E, mesmo que chova, "os novos pastos só estarão disponíveis para Abril".

quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

1º de Dezembro de 2009



O PNR convoca os seus militantes e apoiantes para estarem presentes no acto público a realizar às 16 horas do Dia 1 de Dezembro em frente ao Monumento aos Restauradores em Lisboa.Proceder-se-á à deposição de uma coroa de flores em homenagem aos heróis da Restauração, e com ela, a todos aqueles que lutam e lutaram pela nossa soberania.Faremos deste 1º de Dezembro, na Praça dos Restauradores, um momento de homenagem, mas também de protesto contra a entrada em vigor do “Tratado de Lisboa” que nos subtrai mais ainda, e de forma grave, a soberania, bem como uma ocasião de distribuição de propaganda e de convívio entre Nacionalistas.Todos os Patriotas e Nacionalistas estão convidados a participar!

Treze ilustradores expõem trabalhos no Museu de Évora

Os trabalhos de 13 ilustradores, 11 deles portugueses e dois estrangeiros residentes em Portugal, estão desde hoje patentes ao público em Évora, na exposição ilustração.pt, que já percorreu vários países e que representa a "excelência" nacional na área.
A iniciativa concebida pela Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB) integra originais de 13 ilustradores, entre os quais se inclui Madalena Matoso, vencedora do Prémio Nacional de Ilustração 2008, que lhe é entregue sexta-feira, em Évora.
João Caetano, Bernardo Carvalho, João Vaz de Carvalho, Alain Corbel, André Letria, Teresa Lima, Gémeo Luís, José Miguel Ribeiro, José Saraiva, Marta Torrão, Cristina Valadas e Danuta Wojciechowska são os restantes 12 ilustradores, cujos trabalhos integram a mostra, patente desde hoje no Museu de Évora.

Petição Reposição do Nome Original da Ponte SALAZAR

Petição Reposição do Nome Original da Ponte SALAZAR

Para este Natal, compre e ofereça livros!

Nós sugerimos que o faça nas editoras certas. Por exemplo:

Antagonista Editora

Antília Editora

Edições Falcata

Edições Réquila

Em defesa da cortiça

O alerta chega através da petição on-line «Vinho com Informação é Opção».
A cortiça e a rolha que dai advém são riqueza nacional; o consumidor tem o direito de saber que tipo de vedante sela o vinho que adquire. Para os promotores da iniciativa está em causa uma escolha consciente e em defesa de um dos poucos produtos, a cortiça, onde Portugal lidera. Um alerta que chega aos engarrafadores, retalhistas, responsáveis políticos e consumidores, através da petição «Vinho com informação é opção», que corre na Internet.
Os promotores da petição em prol da rolha de cortiça justificam a acção com base em factores económicos e ambientais.
A indústria da cortiça emprega no nosso país de forma directa e permanente cerca de 12 mil pessoas. A juntar a estes estão os trabalhadores sazonais aquando do «descortiçar», nome atribuído ao processo de tirar a cortiça aos sobreiros. A nível nacional o sector representa, ainda, 2,3% das exportações. Um dos poucos sectores onde somos lideres mundiais.
Por outro lado, os montados de cortiça são a base do ecossistema da bacia mediterrânica, responsáveis pela preservação de centenas de espécies vegetais e animais. A rolha de cortiça é o vedante com a menor pegada de carbono (CO2) na sua produção e utilização.
Uma mensagem que chega também ao vinho. A cortiça contribui para a melhoria da qualidade do produto. «Permite que o vinho mesmo depois de engarrafado continue a evoluir através de uma micro-oxigenação controlada de forma natural. Mas também do ponto de vista de imagem para o vinho, pois os estudos de opinião apresentam a rolha de cortiça como vedante de eleição dos consumidores».

Exposição Comemorativa do 90º Aniversário do Grupo Pró-Évora

Está aberta ao público a Exposição Comemorativa do 90º Aniversário do Grupo Pro-Évora , intitulada "Da Memória e do Esquecimento", que tem lugar na sede do Grupo, Rua do Salvador nº 1, em Évora.
Esta Exposição é constituída por uma selecção de obras da colecção de pintura, desenho e escultura e é comissariada por João Miguel Fernandes Jorge.
Estará aberta ao público até 20 de Dezembro, das 15 às 19 horas, todos os dias, excepto à segunda-feira.
O Grupo Pro-Évora convida todos os interessados a visitar esta exposição.

Almoço e Convívio Nacionalista em Portalegre

Uma iniciativa nacionalista no Alto Alentejo:
Está marcado um encontro para o próximo dia 8 de Dezembro em Portalegre, onde vai realizar-se um almoço/convívio aberto aos amigos e simpatizantes.
Os interessados podem inscrever-se em:
E-mail colombiapeixoto@hotmail.com
Telemóveis 917459245- 969389258

sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

CONFERÊNCIA:"Casamento" homossexual por que NÃO

Dia 16 de Novembro, pelas 18h30
Universidade Católica, Anfiteatro A1

Oradores:
Padre Gonçalo Portocarrero de Almada
Padre Nuno Serras Pereira

Organização:
Capelania da UCP
Associação de Estudantes da Faculdade de Direito da UCP

Ovelha campaniça: impõe-se preservação de raça em extinção

A preservação da ovelha campaniça, raça autóctone do Sul do distrito de Beja em risco de extinção, pode passar pela criação de rebanhos através de produção biológica ou integrada, defendeu hoje o secretário técnico da raça.
A "extrema resistência" da ovelha campaniça a doenças e às condições adversas da região onde é explorada e o seu papel agro-ambiental, "fundamental" para preservar pastagens extensivas, são "oportunidades" para o futuro da raça, disse Claudino Matos, da Associação de Criadores de Ovinos do Sul (ACOS).
Por isso, a raça "adapta-se" e "pode ser produzida e preservada através de modos de produção integrada ou biológica", que são "promovidos" pela Política Agrícola Comum (PAC) e "incentivados" pelo Programa de Desenvolvimento Rural (Proder), frisou.